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Daniel Bialski Comenta: MP pede indenização de R$ 200 mil a policiais civis acusados por tráfico – notícias em Vale do Paraíba e Região


Escutas telefônicas mostraram como funcionava o esquema entre policiais e o tráfico de drogas.

Oito policiais civis são investigados por crimes como peculato, corrupção passiva, extorsão, tráfico de drogas e associação criminosa, dentre os investigados, seis já estão presos.

O valor de R$ 211.631,70 é 0,1% do resultado obtido entre a multiplicação da população da cidade de Taubaté e o PIB per capita.

O Ministério Público (MP) através de Ação Civil Pública solicita que os policiais civis investigados paguem este valor como indenização por dano moral coletivo, uma vez que cometeram crime de improbidade administrativa.

Os investigados trabalhavam na delegacia quando passaram a ser alvo de investigações na Operação Ouro Preto, por parte do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (GAECO).

Os policiais foram monitorados por seis meses com escutas telefônicas e investigações que foram transformadas em um relatório composto por cerca de mil páginas, cuja conclusão foi de que além do relacionamento com o tráfico de drogas, os envolvidos forjavam flagrantes para extorquir cidadãos comuns.

O relatório aponta que em todos os casos de extorsão, os policiais monitoravam pessoas que podiam pagar o valor cobrado e caso se recusassem, eram plantadas drogas durante a abordagem e assim, as vítimas eram presas por tráfico.

O criminalista Daniel Bialski, sócio do Bialski Advogados Associados, advogado responsável por dois dos envolvidos na investigação nega que seus clientes sejam os policiais ouvidos nas escutas telefônicas e vai pedir que eles respondam ao processo em liberdade.

“O que me disseram é que eles usavam o celular deles que também foi interceptado e que neles não tinha nada. Essas conversas são de telefone de terceiras pessoas e não há nada que diga que aquela voz que esta falando é de um deles. Eles negam que estavam falando com pessoas com quem não podiam falar. Eles negam contato com traficantes e investigados”, afirma Daniel Bialski.

Fontes:
Jornais Notícias
Jornal de Floripa

 

Daniel Leon Bialski

Daniel Leon Bialski, Mestre em Processo Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008). Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1992). Membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais – IBCCRIM e da Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa (CJLP). Foi Vice-Presidente da Comissão de Prerrogativas da Seccional Paulista da OAB entre os anos 2008/2009.

Ingressou na banca fundada por seu pai e mentor, o saudoso Dr. Helio Bialski, ainda no ano de 1988, então denominada “Helio Bialski – Advogados Associados”, onde estagiou. Ao graduar-se em 1992, passou a figurar como Sócio do escritório, o qual passou a denominar-se “BIALSKI ADVOGADOS ASSOCIADOS“. Atua nas diversas áreas do Direito Penal, possuindo destacada atuação perante os Tribunais do país. Outrossim, milita na esfera do Direito Administrativo Sancionador, notadamente processos administrativos disciplinares nos órgãos censores de classe (em especial na Corregedoria da Polícia Civil).

Atualmente, Daniel Leon Bialski é Presidente da Sinagoga Beth-el em São Paulo; atua como Secretário-Geral do Clube A Hebraica de São Paulo; atua como tesoureiro da Sinagoga Beith Chabad Central; é Diretor do Museu Judaico de São Paulo; é membro do Conselho de Ética e Conselheiro do Sport Club Corinthians Paulista.

PUBLICAÇÕES:

– BIALSKI, Daniel Leon. In Extradição e Prisão Preventiva; 2008; Dissertação (mestrado em Direito Processual Penal) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Orientador: Marco Antonio Marques da Silva.

– BIALSKI, Daniel Leon. A dignidade da pessoa humana como forma de garantia à liberdade na extradição. In Tratado Luso-Brasileiro da Dignidade Humana. SILVA, Marco Antonio Marques da (Org.). 1ª edição. São Paulo: Quartier Latin, 2008.

– BIALSKI, Daniel Leon. Da nova interpretação do artigo 567 do Código de Processo Penal Brasileiro após a Constituição Federal de 1988. In Processo Penal e Garantias Constitucionais. SILVA, Marco Antonio Marques da (Org.). 1ª edição. São Paulo: Quartier Latin, 2008.